O guarda-roupa de Frida Kahlo é aberto 50 anos após sua morte

Por BBC Brasil |

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Fotógrafa japonesa registrou artefatos pessoais e roupas da pintora mexicana, que ficaram trancados em um banheiro a pedido de seu marido, Diego Rivera

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Objetos pessoais e roupas da pintora mexicana Frida Kahlo, nunca vistos antes, foram revelados com exclusividade à fotógrafa japonesa Ishiuchi Miyako.

Após a morte de Frida Kahlo, em 1954, seu marido, Diego Rivera, guardou seus pertences em um banheiro na residência de ambos na Cidade do México, a "Casa Azul". Rivera exigiu que o cômodo só fosse reaberto 15 anos após sua morte.

Após a morte de Frida Kahlo, em 1954, seu marido Diego Rivera guardou objetos como este par de óculos de sol. Foto: Ishiuchi MiyakoAcima, um traje de banho. Foto: Ishiuchi MiyakoFrida usava saias longas e rodadas para esconder marcas na perna direita, que era mais fina por causa de poliomelite e sofreu fraturas em acidente. Foto: Ishiuchi MiyakoApós o acidente de ônibus na adolescência, ela usou gesso por 3 meses. A artista decorava o gesso, como este, preso a uma saia. Foto: Ishiuchi MiyakoNas botas de Frida, nota-se que o salto do pé direito é maior do que o do pé esquerdo. Foto: Ishiuchi MiyakoUma saia amarela bordada presa a um corpete. Foto: Ishiuchi MiyakoEm 1953, a perna direita da artista foi amputada. Ela desenhou sua prótese, que tinha uma bota vermelha decorada com motivos chineses e um pequeno sino. Foto: Ishiuchi MiyakoO véu de renda e outros trajes tehuanas também são considerados uma saudação feminista à sociedade matriarcal de etnia zapoteca. Foto: Ishiuchi MiyakoDois esmaltes usados por Frida. Um deles chama-se 'orquídeas para você'. Foto: Ishiuchi MiyakoAcima, as luvas longas azuis de Fria Kahlo. Foto: Ishiuchi Miyako

Mas o cômodo só foi aberto em 2004, 50 anos depois, quando a Casa Azul foi transformada em museu e os mais de 300 artefatos de Kahlo passaram a ser catalogados.

Entre eles estavam os vestidos tradicionais tehuana que a pintora usava, coletes de gesso que ela usou após um acidente quase fatal aos 18 anos e até a prótese que ela mesma desenhou quando sua perna direita foi amputada.

Agora, uma exposição na Michael Hoppen Gallery, em Londres, revela estas imagens. A mostra fica em cartaz do dia 13 de maio até o dia 12 de julho de 2015.

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